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Propostas

O que não pode faltar numa proposta de energia solar

Os itens que fazem o cliente fechar ou pedir para pensar, da geração estimada mês a mês ao que a Lei 14.300 mudou na projeção de economia.

Equipe Nexol1 min de leitura

A proposta é o produto que o cliente vê

O sistema que você vai instalar é praticamente o mesmo do concorrente. Módulo, inversor, estrutura — quase todo mundo compra dos mesmos distribuidores.

O que o cliente compara é a proposta.

O que precisa estar lá

Consumo de referência, com origem. Diga de onde saiu o número: média das últimas doze contas, e o período considerado. Cliente que vê a origem confia na conta; cliente que vê só o resultado desconfia de tudo.

Geração estimada mês a mês. Média anual esconde o inverno. Quem recebe só a média liga em junho perguntando o que houve com o sistema.

As perdas consideradas. Dizer que considerou temperatura, sujeira e conversão passa mais confiança do que um número redondo sem explicação. E protege você depois.

A economia com a Lei 14.300 aplicada. Desde 2023 o excedente injetado na rede paga a parcela do fio B, com percentual que sobe ano a ano. Projeção que ignora isso promete economia que não vai acontecer — e o cliente descobre na primeira conta.

Prazo e o que está incluído. A homologação junto à concessionária costuma ser o item que ninguém detalha e o que mais gera atrito depois.

O que atrapalha

Proposta de vinte páginas com foto de painel genérico. O cliente quer três coisas: quanto gera, quanto economiza, quanto custa. O resto é anexo.

Onde a proposta costuma quebrar

Não é no cálculo. É no fato de a proposta sair de um arquivo que cada vendedor mantém do seu jeito — e aí duas propostas da mesma empresa, para clientes parecidos, chegam com margens diferentes e prazos diferentes.

O cliente não vê isso. Mas o resultado do mês vê.