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Gestão

Planilha ou sistema: quando a integradora passa do ponto

Os sinais concretos de que a planilha virou o gargalo da integradora, e o que muda quando o cadastro de equipamento e preço deixa de ser individual.

Equipe Nexol1 min de leitura

Planilha funciona. Até não funcionar.

Nenhuma integradora começa com sistema. Começa com uma planilha boa, feita por alguém que entende do assunto — e ela resolve por bastante tempo.

O problema não é a planilha. É a segunda cópia dela.

Os quatro sinais

Existe mais de uma versão do arquivo de preço. No momento em que o vendedor baixa uma cópia para trabalhar offline, a empresa passou a ter dois preços. E o cliente sempre recebe o mais antigo.

Ninguém sabe qual proposta está de pé. Sem lugar único, o funil vive na cabeça de quem vendeu. Quando essa pessoa sai de férias, o funil sai junto.

O mesmo equipamento é digitado toda vez. Se cada proposta redigita o modelo do módulo, o erro de digitação vira erro de orçamento — e às vezes vira equipamento errado comprado.

O financeiro reconstrói o que o comercial já sabia. Fechou a venda, alguém digita tudo de novo em outro lugar. É trabalho pago duas vezes para produzir o mesmo dado.

O que muda com cadastro compartilhado

Não é sobre ter software. É sobre o dado ter um dono.

Quando painel, inversor, concessionária e faixa de preço pertencem à empresa e não ao vendedor, a proposta sai do mesmo lugar toda vez. Atualizou o preço, atualizou para todo mundo — inclusive para quem estava com o arquivo aberto.

Por que começar por aí

É a mudança mais barata e a que mais dói adiar, porque o custo de migrar cresce junto com o número de planilhas espalhadas.

Uma integradora com três vendedores tem três planilhas. Com oito, tem oito versões de verdade sobre quanto custa o mesmo módulo — e ninguém sabe qual está certa até o cliente reclamar.